
"Não, meu coração não é maior que o mundo. É muito menor. Nele não cabem nem as minhas dores. Por isso gosto tanto de me contar. Por isso me dispo, por isso me grito, por isso freqüento os jornais, me exponho cruamente (...): preciso de todos." (Carlos Drummond de Andrade)
quinta-feira, julho 30, 2009
Desabafo (2).

terça-feira, julho 28, 2009
sexta-feira, julho 24, 2009
Deserto.

segunda-feira, julho 20, 2009
Realidade latejante.

Lateja em mim a revolta de uma realidade mórbida, inquestionável e aparentemente imutável. Quase 100 anos depois, o texto acima também lateja como nunca; lateja em mim, enquanto cristã e humana... lateja nas vítimas do capitalismo, lateja naqueles que possuem fome e sede de justiça, de respeito e compaixão. Até quando, meu Deus, perdurará isso? Essa coisa desumana, selvagem, engolidora?... Esse jeito descartável de viver e de ver o outro...
"... o homem chega a desanimar da virtude..."
Lateja mais ainda essa frase dentro de mim. Ah... se eu não fosse eu! O desânimo em continuar à caça das virtudes, esse que me achegou hoje, teria me tomado. Mas as essências infundadas por Deus costumam ser irrevogáveis...
sexta-feira, julho 17, 2009
Pensando nele(a).

domingo, julho 12, 2009
Na corda bamba [e farpada] da vida.

sábado, julho 11, 2009
Faixa amarela
Todo mundo tem uma. A minha é semelhante à uma faixa de pedestres. Amarela-ouro, bem vivo, bem forte, pra não causar confusão, e muito menos pra ninguém dizer que não a viu. É longa, muito longa; justamente pra evitar que qualquer um tropece e dê de cara com seu outro lado. Muita gente vai pela vida ferida porque desconhece a sua própria. Eu mesmo descobri que tinha uma há pouco, e dela não descuido mais. Dela pra frente há uma pequena área VIP, permitida apenas àqueles que conseguem conquistar tal pedágio. Dela pra trás, um território sagrado, espaço íntimo. Aí ninguém entra; acesso restrito à Deus e a mim... Atrás dessa faixa amarela há uma conjunto de coisas muito particulares, tão íntimas que só Ele, que me conhece desde antes de eu ser formada no ventre da minha mãe, tem direito de entrar. São tralhas e flores, traumas e dores, ódios e amores que só competem à nós dois. Nem todas as coisas que se encontram lá são secretas; algumas poucas pessoas sabem o que eu tenho por lá. Mas só sabem. Nunca viram, nunca sentiram. E talvez nunca venham a saber.
domingo, julho 05, 2009
Diferente.

quarta-feira, julho 01, 2009
Cansada.
