
Desculpem-me, caros blogueiros, mas eu não ando muito à vontade para desejar feliz ano novo a ninguém. Nesse último mês tive um déficit significativo no quesito 'esperança', de modo que, do novo ano que se aproxima, não espero nada, além de que eu continue viva.
É estranho, mas eu tenho a leve sensação de que os 'anos velhos' foram bem melhores do que os 'anos novos'. Os anos mais antigos da minha vida me são mais significantes do que os recentes. Talvez um dia, quando esses anos recentes se tornarem antigos, passem a ser tão significativos na minha vida. Mais uma vez, volto a me sentir culpada por pensar assim, já que em 2007 não me faltou saúde, nem momentos alegres, mas a velha satisfação, aquela que me era tão comum há 10 anos atrás, anda distante de mim.
Paz e bem,
Marianne