"Não, meu coração não é maior que o mundo. É muito menor. Nele não cabem nem as minhas dores. Por isso gosto tanto de me contar. Por isso me dispo, por isso me grito, por isso freqüento os jornais, me exponho cruamente (...): preciso de todos." (Carlos Drummond de Andrade)
sábado, julho 31, 2010
Simply.
sexta-feira, julho 30, 2010
Depois. Bem depois.

domingo, julho 25, 2010
De paz.
sábado, julho 24, 2010
Quem tem alma, não tem calma.
sexta-feira, julho 23, 2010
Metade.
quinta-feira, julho 22, 2010
Ainda dói.
sábado, julho 17, 2010
sexta-feira, julho 16, 2010
segunda-feira, julho 12, 2010
Corre dentro de mim.
quinta-feira, julho 08, 2010
Uma tristeza que anda.
sábado, julho 03, 2010
Sobre(viver).
Escrevi esse texto em 11 de janeiro de 2008. Reposto aqui, porque ele é mais presente do que qualquer outro que eu tenha escrito ao longo deste 3 anos de blog. É um dos meus preferidos. Ninguém, absolutamente ninguém, tem noção do que revolvia dentro de mim enquanto ele foi escrito, exceto Deus. E ainda hoje, ninguém tem noção do que ainda há, nem de suas proporções.
Não sou a pessoa mais indicada para falar sobre viver. Sou muito jovem ainda, e o pouco que vivi não me trouxe experiência suficiente para tornar-me uma sábia. Mas não posso negar que sobreviver tem sido algo que tenho feito nos últimos tempos. Sobreviver é viver acima da vida. É como se a vida tivesse lá em baixo e a gente passeando por cima dela. De lá de cima, a gente só consegue ver as coisas passarem. Quem sobrevive, na verdade, possui mais méritos do que o comum vivente, pois conseguiu encontrar formas ou razões para continuar existindo mesmo após a tragédia, mesmo remoendo-se de dor, mesmo diante do extraordinário, da dúvida e do adverso, e sendo assim, tende a evoluir, se souber encontrar o caminho certo. Quem sobrevive, fatalmente, também não consegue experimentar por inteiro as maravilhas da vida. Quem sobrevive não interfere na vida. E, geralmente, não o faz porque não pode. Quem sobrevive, na maioria das vezes, está machucado, cheio de dores e cicatrizes. E sobrevive porque realmente não há o que fazer além de sobreviver...
quinta-feira, julho 01, 2010
O vento.
terça-feira, junho 29, 2010
Juras.
sábado, junho 26, 2010
Outra carona.
quarta-feira, junho 23, 2010
Perdão, você.
Bem, acho que não sou tão rancorosa quanto pareço. Mas também não sou tão boa em palavras, por isso preferi escrever. É só pra dizer que não estou mais com raiva de você. Que passou. Que eu só queria que você abrisse os olhos, mas também descobri que ninguém pode fazer isso, exceto você mesma. Me perdoe pelo que eu lhe disse, mas no calor do momento, acho que só estava tentando te dizer pra você parar de afundar as pessoas que lhe amam com seu próprio naufrágio. Entenda que seu comportamento não nos atinge diretamente; antinge-nos porque, primeiramente, atinge você. Eu, talvez, lhe entenda mais do que todo mundo, mas o fato de entendê-la não me analgesia diante dos fatos e de todo sofrimento que nos envolve. Sei que você tem sua vida pra viver, e deve vivê-la sim, mas, cuidado! Lembre-se do que disse Fábio de Melo: a felicidade do momento não vale o inferno de uma vida inteira.terça-feira, junho 22, 2010
Ninguém.
segunda-feira, junho 21, 2010
Sobre relações.
"As únicas pessoas que você precisa em sua vida
São as pessoas que provam que precisam de você na vida delas."
(Desconheço o autor)
É que minha natureza de ser intensa exige reciprocidade ao nível. Inteireza. Sintonia. Telepatia. Completude. Paixão. Pra mim toda relação tem que envolver paixão. Isso de estar perto mesmo quando se está bem longe; de sentir um bem estar constante, da necessidade da presença do outro, mesmo que por alguns momentos a solidão seja indispensável, mesmo que a gente brigue e sinta raiva. Mas tem que ter aquela coisa de falar com olhares e sorrisos, de atravessar a cidade na chuva pra ver o outro, de chorar junto e de deitar no colchão olhando pro teto e rindo até doer a barriga. Eu quero o sentimento que transborda num toque, numa palavra, num sim e num não. Não precisa gritar do outro lado na rua, mandar trilhões de scraps no orkut, nem dar abraços esmagantes ou presentes lindos e caros. Não precisa telefonar todo dia, nem escrever no muro da casa que me ama incondicionalmente. Não, não precisa tanto. Não quero expansividade. Quero intensidade. Presenças cáusticas, mesmo quando ausentes. É aquela história de ser no outro, lembra? Por isso, cansei de pessoas frias e mórbidas, e nelas não invisto mais. Em linhas gerais, é mais ou menos como disse Tati Bernardi, "um milhão vezes zero é zero; ou seja: não coloque sua intensidade onde não tem nada." Porque no fim, o saldo é nulo. E de vazios em minha vida, já basta.
quarta-feira, junho 16, 2010
Saudade de mim.
terça-feira, junho 15, 2010
Muito pior.
terça-feira, junho 08, 2010
Luta.
sábado, junho 05, 2010
Eu, por Florbela.
"O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais; há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesma compreendo, pois estou longe de ser uma pessoa; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudade... sei lá de quê!”
Florbela Espanca (In: "Cartas a Guido Bartelli)
quarta-feira, junho 02, 2010
More than words.

terça-feira, junho 01, 2010
Boazinha.
Fernanda Melo
sábado, maio 29, 2010
São meus.
segunda-feira, maio 24, 2010
Seu colo.
domingo, maio 23, 2010
Porque quis.
quinta-feira, maio 20, 2010
No degrau.
Como antes.
terça-feira, maio 18, 2010
Desconstruindo.

segunda-feira, maio 17, 2010
O amor.

"... é desejar de um jeito que viver com essa pessoa é tão prazeroso que não tem significado a palavra fim; é depender de uma maneira que não limita a liberdade e a confiaça; é se ver no outro; é se assustar em perceber que o outro está tão impreguinado em nós e nós no outro, que não temos olhos para mais nada ou ninguém; é não ver significado em mais ninguém que não seja essa pessoa; não sou o maior amante que vc conhece. não amei assim como descrevo. mas de tudo que já li e já presenciei, é essa magia, é uma coisa que de tão forte é eterno."
(Sandro Novaes)






